No começo quando eu ainda estava a me acostumar com a escrita do autor em Quem é você, Alasca? eu não gostei, mas a medida que fui fluindo eu comecei a gostar da história e ela me prendeu. E que fim! Boa história, boa mesma!
Bem, então eu li Quem é você, Alasca? do autor John Green.
Sinopse: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez". Muita coisa...
Antes de tudo, o nome da personagem é realmente Alasca, por causa de seus pais que no aniversário de sete anos, se não me engano, eles decidiram que Alasca poderia escolher seu nome. Bem, a história começa com Miles deixando a casa de seus pais para Cuver Creek e lá ele conhece Chip, Takomi, Lara e Alasca. Bem, Chip, que gosta de ser chamado de Coronel e apelida Miles de Bujão, é seu colega de quarto, e acaba mostrando as maiores partes do local onde estão.
Alasca é uma menina totalmente diferente e imprevisivel que adora pregar peças e tal e é totalmente diferente. Assim uma nova amizade começa entre o japonês, Takomi, acho que o nome é assim, Lara, que acaba sendo a namorada de Bujão, Alasca, o próprio Bujão e o Coronel.
Com essas aventuras, cigarros, bebidas e blá blá blá. Certo dia, o grupo junta uns aos outros para fazer uma grande peça com uns garotos ricos que acabam inundando o quarto de Alasca. Após tudo dar certo, eles brincam de certa brincadeira de " o melhor dia e o pior dia " por toda a noite e Alasca conta sobre.... Bem, aqui é SPOILER.
Até que no meio da madrugada, Alasca acorda depois de ter ficado com Miles na madrugada e acorda o Coronel e Bujão para que a deem cobertura porque ela precisa ir para um lugar e esqueceu de algo.
Bem, Alasca acaba morrendo em um acidente do carro e o resto do livro é apenas solucionar o mistério do que Alasca procurava naquela noite, para onde estava indo... Saber da resposta foi surpreendente.
O Capitulo que mais gostei foi:
CEM DIAS antes
" Mas por que Alasca?" , perguntei
Ela sorriu com o lado direito da boca.
Nota 3/5
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
RESENHA: As Faces da Luz
Antes de tudo, quero avisar para as pessoas que vem me xingando nas redes sociais por resenhas " péssimas " que obrigado por verem. Amo vocês de coração! Agora vamos falar do livro NACIONAL, sim gente, NACIONAL, não tenham preconceito. Enfim, Vamos falar de um livro fantasticamente perfeito!
Bem, então eu li As Faces da Luz da autora Tatiane Durães.
Sinopse: Ao ser forçada a atravessar um portal por um imenso lobo, Tayara se depara com um mundo que jamais imaginara, e elfos e bruxas passam a fazer parte de sua realidade. Mas o que ela não sabe é que seu destino fora traçado muito antes de seu nascimento. Agora ela terá que escolher entre a razão e o coração, pois ao se apaixonar por um elfo, descobre que uma forte maldição a prende a ele. Uma aventura repleta de magia e descobertas, se inicia.
Tayara é uma garota aparentemente normal que vive com sua mãe numa reserva e que toca em uma banda com suas amigas Rafaela, Vanessa... . Até que certo dia, Tayara começa a se deparar com dois olhos na mata a vigiando. Consequentemente, ela e sua mãe [Sônia] acabam descobrindo que esses dois olhos eram de um lobo enorme chamado Ariosto. Pessoas, quando eu digo enorme, é ENORME mesmo!
Certo, até ai tudo bem, mas só que esse lobo leva a menina Tayara mais sua mãe para um lugar chamado Arcantatys. Lá em Arcantatys a mãe de Tayara acaba sendo a rainha do reino dos elfos casando-se com o Rei Cedric. Enquanto a própria, Tayara, se vê meio que atraida por um deus grego loiro, um elfo chamado Aodh.
Então é nesse mundo onde que Tayara ao longo do tempo que passa por lá vai conhecendo novos amigos, pessoas para se odiar e ela convive com uma mistura de sentimentos.
Apesar de eu achar mais privilegiada a 3 pessoa, eu acredito que o jeito em que o As Faces da Luz foi escrito é único. Não havia melhor forma para se escrever. 1. Por que a escrita da Tayara... quer dizer, Tatiane, faz com que o sentimentos da personagem entrem no leitor e este sinta o ritmo da história. 2. Por que a leitura como ela vai navegando a medida que você vai lendo se torna viciante e o mais interessante é que a autora não precisa de recursos como usar palavras difíceis como outros autores fazem.
Eu gostei mais da história foi os pontos de vida da menina Tayara e como ela se sentia em relação a tudo que acontecia em sua volta. E também como autora não menospreza personagens secundários da história fazendo-os "sentirem em casa". Enquanto você lê você torce para que coisas ocorram, você xinga pelas péssimas atitudes, tenta matar alguém por certa decisão e essa fusão de sentimentos faz com que nós leitores façamos parte desse mundo que a autora criou.
O Capitulo que mais gostei foi:
Capítulo 10 –Ciúmes.
Mas antes que eu pudesse entrar em meu quarto, algo me agarrou pelo braço e me puxou em um cômodo a frente do meu. Seguroume forte, tapando minha boca para que eu não gritasse e me arrastou
no escuro.
— Não grite, sou eu, Ariosto.
O que é que ele estava pensando me segurando dessa forma?
Por entre o vão da porta pude ver Aodh, chegando ao meu quarto, bateu na porta várias vezes, tentou abri-la, mas estava trancada, eu
não me lembrava de ter trancado.
Gostei muito.
4,5/5 4,5 estrelas
Bem, então eu li As Faces da Luz da autora Tatiane Durães.
Sinopse: Ao ser forçada a atravessar um portal por um imenso lobo, Tayara se depara com um mundo que jamais imaginara, e elfos e bruxas passam a fazer parte de sua realidade. Mas o que ela não sabe é que seu destino fora traçado muito antes de seu nascimento. Agora ela terá que escolher entre a razão e o coração, pois ao se apaixonar por um elfo, descobre que uma forte maldição a prende a ele. Uma aventura repleta de magia e descobertas, se inicia.
Tayara é uma garota aparentemente normal que vive com sua mãe numa reserva e que toca em uma banda com suas amigas Rafaela, Vanessa... . Até que certo dia, Tayara começa a se deparar com dois olhos na mata a vigiando. Consequentemente, ela e sua mãe [Sônia] acabam descobrindo que esses dois olhos eram de um lobo enorme chamado Ariosto. Pessoas, quando eu digo enorme, é ENORME mesmo!
Certo, até ai tudo bem, mas só que esse lobo leva a menina Tayara mais sua mãe para um lugar chamado Arcantatys. Lá em Arcantatys a mãe de Tayara acaba sendo a rainha do reino dos elfos casando-se com o Rei Cedric. Enquanto a própria, Tayara, se vê meio que atraida por um deus grego loiro, um elfo chamado Aodh.
Então é nesse mundo onde que Tayara ao longo do tempo que passa por lá vai conhecendo novos amigos, pessoas para se odiar e ela convive com uma mistura de sentimentos.
Apesar de eu achar mais privilegiada a 3 pessoa, eu acredito que o jeito em que o As Faces da Luz foi escrito é único. Não havia melhor forma para se escrever. 1. Por que a escrita da Tayara... quer dizer, Tatiane, faz com que o sentimentos da personagem entrem no leitor e este sinta o ritmo da história. 2. Por que a leitura como ela vai navegando a medida que você vai lendo se torna viciante e o mais interessante é que a autora não precisa de recursos como usar palavras difíceis como outros autores fazem.
Eu gostei mais da história foi os pontos de vida da menina Tayara e como ela se sentia em relação a tudo que acontecia em sua volta. E também como autora não menospreza personagens secundários da história fazendo-os "sentirem em casa". Enquanto você lê você torce para que coisas ocorram, você xinga pelas péssimas atitudes, tenta matar alguém por certa decisão e essa fusão de sentimentos faz com que nós leitores façamos parte desse mundo que a autora criou.
O Capitulo que mais gostei foi:
Capítulo 10 –Ciúmes.
Mas antes que eu pudesse entrar em meu quarto, algo me agarrou pelo braço e me puxou em um cômodo a frente do meu. Seguroume forte, tapando minha boca para que eu não gritasse e me arrastou
no escuro.
— Não grite, sou eu, Ariosto.
O que é que ele estava pensando me segurando dessa forma?
Por entre o vão da porta pude ver Aodh, chegando ao meu quarto, bateu na porta várias vezes, tentou abri-la, mas estava trancada, eu
não me lembrava de ter trancado.
Gostei muito.
4,5/5 4,5 estrelas
domingo, 21 de dezembro de 2014
RESENHA: A Menina que roubava livros
Duas coisas interessantes sobre esse livro. 1. Ele tem seu próprio estilo e é viciante a cada capitulo. 2. Ele é um livro que faz o leitor opinar, ter sentimentos.
Demorei seis meses para ter coragem, sério, eu lia o livro totalmente todo entediado só pela razão de querer ler mesmo. Mas, perto do ano acabar, eu o li, em DOIS dias e... Até agora eu não entendo o que foi aquilo. Meu Deus, que livro!
Bem, então eu li A Menina Que Roubava Livros do autor Markus Zusak.
Sinopse: Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.
A história é contada por um narrador um tanto incomum: A Morte. Nesse Livro, ao contrário de muitos outros, o narrador/a não tenta criar um suspense na história, mesmo assim, o leitor se emociona.
A morte, durante todo o livro, narra a trajetória da roubadora de livros, Liesel Meminger. Tudo começa quando sua mãe verdadeira, seu irmão e ela estão num trem indo para a casa dos Hubermans, que serão os pais adotivos, porém, no meio desse caminho, o irmão dela acaba falecendo e apenas Liesel consegue chegar. Liesel acaba conhecendo novas pessoas como seu amigo Rudy, um garota afeiçoado pelo Jessel Owells, acho que o nome é assim, que, desde seu primeiro encontro com a garota, teve um amor platônico e sempre a quis beijar. Rudy é seu fiel amigo que a acompanha em quase todas as suas aventuras fora de casa.
Acho que, além da forma da narradora contar com tanta suavidade como se fosse uma coisa tanto que normal, é interessante que dá aquela angustia ao leitor durante boa parte do final para que a menina beijasse Rudy. Eu me agoniei, sério. No meio para o fim, o pai de Liesel acaba indo para a guerra e felizmente quebra a perna e volta para casa. Assim, com os ataques e bombardeio e toda a população sabendo disso, eles vão atrás de um porão onde possa ser um bom lugar para abrigo.
Porões ou sótãos são palavras tão centrais nessa história pois, segundo o passado do pai adotivo da menina, um cara acabou indo diretamente para morte enquanto ele saiu sã e salvo da guerra. Por isso, algum tempo depois, o filho do cara, que era um judeu e um ótimo boxeador pegou o porão deles como abrigo. Lá Liesel teve um novo amigo, mas infelizmente, graças a ocorrencia do pão a um judeu que passava na rua acorrentado que o pai de Liesel o dara, o judeu que eles mantiam em segredo acabou que fugindo.
Bem, esse judeu, que se tornara muito amigo de Liesel lhe dara um livro para onde ela pudesse escrever todos os dias no sótão, até que um dia houve um bombeamento desavizado que matou a todos que estavam dormindo em suas casas, e apenas Liesel sobreviveu. Aconteceram algumas coisas depois, mas, é foda-se o spoiler vou contar. Ela beijou Rudy duas vezes! Ah, que emoção, que tristeza! Eu não sabia por qual opitar. Foi um livro fantástico.
Meu Capítulo favorito, com todas as forças!
A Coleção de Ternos do Anarquista
" No chão, Rudy caiu na gargalhada.
Depois, fechou os olhosm apertando-os com força.
Liesel precipitou-se para ele.
Agachou-se a seu lado.
Beije-o, Liesel, Beije-o."
Nota 5/5 5 estrelas
Demorei seis meses para ter coragem, sério, eu lia o livro totalmente todo entediado só pela razão de querer ler mesmo. Mas, perto do ano acabar, eu o li, em DOIS dias e... Até agora eu não entendo o que foi aquilo. Meu Deus, que livro!
Bem, então eu li A Menina Que Roubava Livros do autor Markus Zusak.
Sinopse: Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.
A história é contada por um narrador um tanto incomum: A Morte. Nesse Livro, ao contrário de muitos outros, o narrador/a não tenta criar um suspense na história, mesmo assim, o leitor se emociona.
A morte, durante todo o livro, narra a trajetória da roubadora de livros, Liesel Meminger. Tudo começa quando sua mãe verdadeira, seu irmão e ela estão num trem indo para a casa dos Hubermans, que serão os pais adotivos, porém, no meio desse caminho, o irmão dela acaba falecendo e apenas Liesel consegue chegar. Liesel acaba conhecendo novas pessoas como seu amigo Rudy, um garota afeiçoado pelo Jessel Owells, acho que o nome é assim, que, desde seu primeiro encontro com a garota, teve um amor platônico e sempre a quis beijar. Rudy é seu fiel amigo que a acompanha em quase todas as suas aventuras fora de casa.
Acho que, além da forma da narradora contar com tanta suavidade como se fosse uma coisa tanto que normal, é interessante que dá aquela angustia ao leitor durante boa parte do final para que a menina beijasse Rudy. Eu me agoniei, sério. No meio para o fim, o pai de Liesel acaba indo para a guerra e felizmente quebra a perna e volta para casa. Assim, com os ataques e bombardeio e toda a população sabendo disso, eles vão atrás de um porão onde possa ser um bom lugar para abrigo.
Porões ou sótãos são palavras tão centrais nessa história pois, segundo o passado do pai adotivo da menina, um cara acabou indo diretamente para morte enquanto ele saiu sã e salvo da guerra. Por isso, algum tempo depois, o filho do cara, que era um judeu e um ótimo boxeador pegou o porão deles como abrigo. Lá Liesel teve um novo amigo, mas infelizmente, graças a ocorrencia do pão a um judeu que passava na rua acorrentado que o pai de Liesel o dara, o judeu que eles mantiam em segredo acabou que fugindo.
Bem, esse judeu, que se tornara muito amigo de Liesel lhe dara um livro para onde ela pudesse escrever todos os dias no sótão, até que um dia houve um bombeamento desavizado que matou a todos que estavam dormindo em suas casas, e apenas Liesel sobreviveu. Aconteceram algumas coisas depois, mas, é foda-se o spoiler vou contar. Ela beijou Rudy duas vezes! Ah, que emoção, que tristeza! Eu não sabia por qual opitar. Foi um livro fantástico.
Meu Capítulo favorito, com todas as forças!
A Coleção de Ternos do Anarquista
" No chão, Rudy caiu na gargalhada.
Depois, fechou os olhosm apertando-os com força.
Liesel precipitou-se para ele.
Agachou-se a seu lado.
Beije-o, Liesel, Beije-o."
Nota 5/5 5 estrelas
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
RESENHA: O Extraordinário.
Quando estava prestes a acabar o Nada Dura Para Sempre tinha acabado de compra este livro. Livros Azuis sempre me deixam com aquela sensação puto, sério. As pessoas geralmente estão cansadas de todo dia de ouvirem histórias sobre pessoas " defeituosas" , e não , elas não são, elas são todas iguais, assim como eu e você. Não são criada histórias para as pessoas na verdade, mas suas situações da vida. E, prestes a terminar ( e quando terminei) , me senti um lixo por ter pensado que essas histórias são perca de tempo.
Bem, então eu li O Extraordinário da autora R.J Palacio.
Sipnose: August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros. Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade – um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.
A história é sobre um menino chamado August. Certo, até ai tudo bem, porém, ele é um garoto de 11 anos que precisa de mais cuidados, pois August possui seu rosto com algumas deformações e isso, faz as pessoas ficarem o olhando em todos os lugares que passa. A história é exatamente August e sua entrada na escola e como ele acabou se saindo lá.
Um fato importante: até então ele não havia ido a escola de jeito nenhum.
Em sua primeira vez, August conhece Jack (JackWill), Charlotte e Julius. Eles são os carinhas que ajudam August com sua entrada na escola, graças ao diretor Buzanfa, um diretor loucão com um nome - aparentemente- engraçado. Apesar de que depois Julius se mostrar inimigo e criar algumas histórias sobre a doença contagiosa ou algo parecido.
Como August de inicio é rejeitado, ele vai se sentar numa mesa com uma menina chamada Summer e que é aquela única pessoa que vai falar com August por vontade própria. A história ela tem August como personagem principal, mas também é narrado por Via ( a irmã dele) , Miranda (a amiga de August que lhe dá um capacete que August perde na infância de uma hora pra outra.), a Summer, o Jack entre outros.
No final do livro, bem perto de quando a cachorrinha do August morre [SPOILER] eu não consegui segura a emoção, sei lá, me comovi muito. Eu senti como se a autora fosse querer ser muito cruel nessa parte. Bem, enfim, adorei o livro.
O meu capitulo favorito foi o do ponto de vista de August, " Escolha ser Gentil"
' Certo ' , disse o Sr. Browne, escrevendo tudo no quadro. Quando terminou, se virou para nos encarar de novo. ' Mas ninguém falou a coisa mais importante.
Todos nós olhamos para ele, sem mais nenhuma ideia.
Nota: 4/5 4 estrelas
Bem, então eu li O Extraordinário da autora R.J Palacio.
Sipnose: August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros. Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade – um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.
A história é sobre um menino chamado August. Certo, até ai tudo bem, porém, ele é um garoto de 11 anos que precisa de mais cuidados, pois August possui seu rosto com algumas deformações e isso, faz as pessoas ficarem o olhando em todos os lugares que passa. A história é exatamente August e sua entrada na escola e como ele acabou se saindo lá.
Um fato importante: até então ele não havia ido a escola de jeito nenhum.
Em sua primeira vez, August conhece Jack (JackWill), Charlotte e Julius. Eles são os carinhas que ajudam August com sua entrada na escola, graças ao diretor Buzanfa, um diretor loucão com um nome - aparentemente- engraçado. Apesar de que depois Julius se mostrar inimigo e criar algumas histórias sobre a doença contagiosa ou algo parecido.
Como August de inicio é rejeitado, ele vai se sentar numa mesa com uma menina chamada Summer e que é aquela única pessoa que vai falar com August por vontade própria. A história ela tem August como personagem principal, mas também é narrado por Via ( a irmã dele) , Miranda (a amiga de August que lhe dá um capacete que August perde na infância de uma hora pra outra.), a Summer, o Jack entre outros.
No final do livro, bem perto de quando a cachorrinha do August morre [SPOILER] eu não consegui segura a emoção, sei lá, me comovi muito. Eu senti como se a autora fosse querer ser muito cruel nessa parte. Bem, enfim, adorei o livro.
O meu capitulo favorito foi o do ponto de vista de August, " Escolha ser Gentil"
' Certo ' , disse o Sr. Browne, escrevendo tudo no quadro. Quando terminou, se virou para nos encarar de novo. ' Mas ninguém falou a coisa mais importante.
Todos nós olhamos para ele, sem mais nenhuma ideia.
Nota: 4/5 4 estrelas
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